Prisioneira do teu prazer
Saciei teus lábios,
Num beijo asfixiante,
Molhado de calafrios.
No meu corpo entorpecido,
Foste prosa mímica,
Em sopros de loucura,
Alimento do teu querer.
Prisioneira do teu prazer,
Que se tornou meu,
Roubei-te o olhar,
Escravizei meu corpo no teu,
Bailando torridamente,
Dois cadáveres acesos,
Excitados, cobertos de suores,
Numa quimera de orgasmos…
(Diana Barbosa), 15/07/2013

Intenso este poema!
ResponderEliminarPrometo que te liberto e nada te cobro...
Gosto da forma como ela "prisioneira" se entrega a este amor tão intenso.
Parabéns 👏🫶
Também é preciso intensidade 🙂
ResponderEliminarObrigada 😘
Intensidade sim e nunca é demais...
EliminarGostei da metáfora "escravizei meu corpo no teu"
😘