quinta-feira, 18 de julho de 2013

Prisioneira do teu prazer

Prisioneira do teu prazer,
Saciei teus lábios,
Num beijo asfixiante,
Molhado de calafrios.
No meu corpo entorpecido,

Foste prosa mímica,
Em sopros de loucura,
Alimento do teu querer.

Prisioneira do teu prazer,
Que se tornou meu,
Roubei-te o olhar,
Escravizei meu corpo no teu,
Bailando torridamente,
Dois cadáveres acesos,
Excitados, cobertos de suores,
Numa quimera de orgasmos…

(Diana Barbosa), 15/07/2013


3 comentários:

  1. Intenso este poema!
    Prometo que te liberto e nada te cobro...
    Gosto da forma como ela "prisioneira" se entrega a este amor tão intenso.
    Parabéns 👏🫶

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  2. Também é preciso intensidade 🙂
    Obrigada 😘

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    Respostas
    1. Intensidade sim e nunca é demais...
      Gostei da metáfora "escravizei meu corpo no teu"
      😘

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