quinta-feira, 25 de janeiro de 2018




Olhos castanhos tristes


Teus olhos castanhos tristes
Rasgando lágrimas de dor,
Secaram no calor da aurora
De tempos renascidos.

Olhos castanhos, atentos!
Sempre tristes, haverá uma razão…
De alma submersa de agitação,
Feliz por estar aqui, mas sentir a mesma solidão…

Aqueles olhos castanhos,
Com rosto sorridente e foguetes na mão,
Sentiam teu contentamento,
Mas nunca o teu coração.

Porque esses teus olhos tristes,
São os mesmo de criança,
Olhos castanhos tristes…
E não sei qual a razão…

(Di)




quarta-feira, 4 de outubro de 2017

O tempo parou…
E faz tanto tempo!
Mas o teu amor,
O teu sorriso,
Sempre me abraçou.

Nesse tempo deixaste de saber quem sou,
Sabias o mais importante,
Que te pertencia,
Que era tua.

Nesse tempo, há menos tempo,
O tempo passou mais um pouco,
Mas o teu amor por mim continuou.

Hoje, neste tempo
Que é tempo sem tempo,
Ainda sabes que sou tua.

Amar-te é pouco
Para tanto que me amas
Sem saber quem sou.
Triste tempo….

Hoje fazes anos,
E o único presente,
É dar-te o meu tempo com amor,
Segurar tuas mãos,
Beijar teu rosto,
Porque amanhã não sei se a vida levou o tempo….



Diana Barbosa 4/10/2017 
  Leninha minha sogra, minha mãe...




sexta-feira, 10 de março de 2017





Procuro o sustento da vida,
Beberico da fonte do teu viver,
(Três goles de cada vez)
Para renascer das cinzas 
E caminhar de novo.
Protejo-me no teu abraço,
Que aquece o meu corpo,
No teu beijo adoço a minha alma,
No teu sorrir ilumino os meus passos.
No meu coração vives eternamente.
Amo-te sogro, meu pai <3

(Diana Barbosa)
9/03/2017






quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Retrato...

Fui retrato numa incógnita,
Esperança esbatida no cansaço,
Dor na luz da escuridão…
Rosto agridoce numa luta de amor.

Retrato…
O foco que se apagou..

(Di)




Retrato 23/12/2013


sábado, 7 de junho de 2014




Um beijo calado

Afundado num olhar,

Uma chama ardente

Num peito impulsivo,

Um gesto, um carinho…

Um momento no tempo,

Que esvoaça na saudade…


(Diana Barbosa) 7/06/2014



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014


O teu silêncio de amar...
O teu silêncio de dor...
Foram também os meus silêncios...
Só eu sei e sinto
A tua vida em mim!
A tua dor terminou...
A minha está ferida
Pelo que fiz, pelo que não fiz...
Tenho tanto orgulho em ti!
 

AMO-TE PAI 

 (Diana Barbosa), 9/02/2014

   (...um dia estaremos juntos para sempre...)